segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Oração Alma de Cristo



Alma de Cristo

Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
Não permitais que de Vós me separe.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que Vos louve com os Vossos Santos,
por todos os séculos. Amen.

Consagração Perpetua Moysés Azevedo

Palavras de Moysés Azevedo, na missa dos seus votos perpétuos no Celibato pelo Reino e nas suas promessas definitivas como consagrado a Comunidade de Vida na Comunidade Católica Shalom:

24 de Agosto de 2010
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.

Na verdade é um momento de gratidão e alegria. Eu agradeço, em primeiro lugar, a Deus, autor do meu chamado, Pai, Amigo e Esposo. Aquele que tem o poder de fazer tudo possível. Senhor, tu és a minha Herança.
Agradeço a minha família, de carne e sangue, ela que me deu o dom mais precioso da vida: o dom da Fé. Ao meu pai, que já partiu para o céu. A minha querida mãe, que para mim é um ícone da Virgem Maria, na minha vida, pois foi através da oração dela que nasceu a minha vocação. Minha tia, minhas queridas irmãs, meus queridos sobrinhos e sobrinhas e meus primos, toda a minha família. Muito obrigado.
Agradeço ao carisma e a Comunidade Católica Shalom. Graça que rompeu na minha juventude, que me surpreendeu e me envolveu, e que corresponde a minha identidade mais profunda. É nesta nova e eterna família que eu encontro sustento e a força espiritual para ofertar minha vida.
Nesta família espiritual, nova família, agradeço a minha Irmã e amiga, co-fundadora, Maria Emmir, aos irmãos da primeira hora, especialmente aqueles que perseveraram até este tempo. Para agradecer a todos eles, eu cito a Jaqueline e a Madalena. A nossa comunidade no céu, que já é grande e aqui eu cito especialmente um representante dela, o nosso querido irmão Ronaldo pereira. Ao conselho geral da comunidade, meus irmãos, meus amigos, meus colaboradores. As famílias, aos sacerdotes, aos celibatários e todos os membros da Comunidade de Vida, da Comunidade de Aliança e da Obra. Meus queridos irmãos e irmãs, filhos e filhas espirituais, muito obrigado.
Agradeço aos meus caríssimos amigos, verdadeiros dons de Deus em minha vida, que sempre me ajudam com sua constante presença, apoio certo e oração indispensável. Muito obrigado.
Agradeço a todos os homens e mulheres que sofrem distantes de Cristo e da igreja e que, por seu sofrimento, tornaram-se mediadores de Deus em minha vida. Muito obrigado.
Agradeço, especialmente, aos jovens, meus queridos jovens. Através do grito de dor e de amor, dos nossos jovens, eu pude e posso ouvir, o grito de dor e de amor, do próprio Deus, convidando-me a dar de graça o que de graça eu recebi: a minha própria vida. Aos meus queridos jovens, muito obrigado.
 Agradeço a igreja, a quem amo, admiro, respeito e me submeto. A ela também, eu me entrego.  A dom José Antonio, nosso querido arcebispo, que com carinho e sustento paternal, está sempre do nosso lado. Aos padres aqui presentes, [...], particularmente, aos senhores, eu agradeço a todos os consagrados, que foram instrumentos de Deus, na minha vida. Sem eles, talvez, eu nunca teria visto o rosto de Deus e o rosto, sobretudo, da misericórdia de Deus. Muito obrigado.
Hoje, tive a imensa alegria de fazer minhas promessas definitivas na comunidade  e os meus votos perpétuos  no Celibato pelo Reino dos Céus. Hoje tive a imensa graça de, a pesar de todas as minhas fraquezas, e elas são muitas e vocês conhecem, lançar, definitivamente, a âncora da minha vida, na eternidade de Deus.
 Em um mundo que põe sua confiança no efêmero, passageiro, sou profundamente feliz, sou profundamente feliz pela oportunidade de escolher o que é eterno, o que não passa jamais.
Hoje, Deus deu-me a oportunidade de consumar o que a muito tempo, ele e eu, em meio as alegrias e dores, escolhemos para a minha vida. Para sempre Shalom. Para sempre Celibatário pelo Reino dos Céus. Shalom e celibatário fui gerado pelo pensamento eterno de DEUS. Desta forma, apoiado em sua graça, quero viver e quero morrer Shalom e Celibatário, para sempre irei viver na eternidade de Deus. Obrigado! 

domingo, 23 de janeiro de 2011

Perseguição de cristãos cresce



Um início de ano violento

Por Pe. John Flynn, L.C.
ROMA, domingo, 23 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – A mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz, 1 de janeiro, é dedicada ao tema da liberdade religiosa e os problemas criados pela perseguição dos cristãos em muitas partes do mundo.
O Papa comenta que “também o ano que encerra as portas esteve marcado pela perseguição, pela discriminação, por terríveis actos de violência e de intolerância religiosa”.
Infelizmente, 2011 não parece que vá ser melhor. Apenas meia hora depois de ter começado o novo ano, explodia uma bomba no exterior da igreja copta dos Santos, na cidade egípcia de Alexandria, enquanto 1.000 pessoas saíam dela, informou naquele dia Associated Press. A cifra inicial de mortes foi de 21, que aumentaram depois a 25, e cerca de uma centena de pessoas ficaram feridas.
Segundo uma reportagem da BBC de 1 de janeiro, após a explosão, o presidente do país, Hosni Mubarak, chamou a unidade contra o terrorismo de muçulmanos e cristãos. Nos dias que seguiram à explosão, houve vários enfrentamentos entre grupos de cristãos e muçulmanos.
“O sangue de seus mártires se mesclou em Alexandria para dizer-nos que todo Egito é objetivo e que o terrorismo cego não diferencia entre um copta e um muçulmano”, declarou em uma emissão à televisão estatal, informava a BBC.
A BBC assinalava que era o segundo Natal consecutivo amargado pelo derramamento de sangue da comunidade copta do Egito. A 6 de janeiro de 2010, seis fiéis e um oficial de polícia muçulmanos foram assassinados em um tiroteio próximo de uma igreja na cidade de Naga Hamady.
O ataque não dissuadiu as pessoas de voltarem no dia seguinte à missa de manhã, segundo um artigo do New York Times de 2 de janeiro. Segundo a reportagem, os bancos da igreja estavam quase cheios. Bento XVI condenou o ataque. Falando antes de rezar o Angelus no dia 2 de janeiro, o pontífice deplorava tanto o ataque do Egito como as bombas colocadas próximo das casas dos cristãos do Iraque em dias anteriores.
Grave escalada de violência
Os ataques, disse o pontífice, eram uma ofensa a Deus e à humanidade. Ele animava as comunidades eclesiais a perseverar na fé e no testemunho da mensagem de não violência contida nos Evangelhos.
A igreja copta divulgou uma declaração, qualificando o ataque como uma “grave escalada” de violência contra os cristãos, segundo informou no dia 3 de janeiro o Los Angeles Times.
A declaração pedia uma investigação pública do ataque e solicitava das autoridades que fizessem públicos os detalhes do crime o quanto antes.
A bomba no Egito foi precedida da violência no Iraque. Foram colocadas dez bombas próximo de lares de famílias cristãs em Bagdá. As explosões causaram a morte de duas pessoas, com 20 feridos, informava no dia 30 de dezembro o New York Times.
O último ataque aconteceu após outro evento, em que vários pistoleiros entraram na igreja de Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá, em outubro, causando a morte de dezenas de fiéis.
Antes das últimas bombas, muitas igrejas tinham cancelado suas celebrações de Natal, por temor de possíveis agressões dos extremistas islâmicos.
Segundo o New York Times, desde outubro, ao menos 1.000 famílias cristãs abandonaram o Iraque, buscando refúgio na Síria, Turquia e outros lugares. Alguns estimam que mais da metade do 1,4 milhão de cristãos do país tenha abandonado o Iraque desde 2003.
Violência cresce
A Índia é outro país onde os cristãos enfrentam hostilidades e, segundo um informe de Compass Direct, houve um aumento dos episódios de violência.
Segundo o informe de 30 de dezembro, os cristãos da Índia foram o objetivo de mais de 130 ataques por ano desde 2001, com cifras muito mais altas no ano de 2007 e em 2008. Em 2010, houve ao menos 149 ataques violentos.
A maioria dos incidentes aconteceu em quatro Estados: Karnataka, Andhra Pradesh, Madhya Pradesh e Chhattisgarh. Dos 23 milhões de cristãos da Índia, 2,7 milhões vivem nos quatro Estados onde há mais perseguição.
A situação é não menos grave no Paquistão, em particular por causa das leis de blasfêmia. Os cristãos costumam ser objetivo de acusações sob essas leis. O caso mais recente é de Asia Bibi, mãe de cinco filhos, sentenciada à morte após ser acusada de blasfêmia.
Salman Taseer, governador da província de Punjab, foi assassinado por um de seus escoltas após ter falado a favor das mulheres e das minorias religiosas, segundo uma reportagem da Reuters de 4 de janeiro.
O escolta, Malik Mumtaz Hussain Qadr, citou a oposição de Taseer às leis de blasfêmia para justificar sua ação.
"Salman Taseer é um blasfemo, e este é o castigo para um blasfemo”, disse Qadr em comentários difundidos pela televisão.
Tensão na China
A violência não é a única preocupação da Igreja Católica. Em dezembro, aumentaram as tensões com o governo chinês, em consequência da decisão das autoridades de obrigar todos os bispos a participar de uma reunião.
O Papa disse aos bispos católicos que não participassem do encontro, informava a 7 de dezembro o Washington Post. Segundo o artigo, o governo não deu outra opção aos bispos. O texto descrevia uma cena em que a polícia tirava da catedral de Jing, província de Hebei, o bispo Feng Xinmao.
"Mons. Feng foi sequestrado e forçado a participar desta reunião”, disse um frade, entrevistado por telefone pelo jornal.
O artigo observava que a reunião aconteceu só duas semanas depois da ordenação de um novo bispo na província de Hebei, sem a aprovação do Vaticano. Em uma nota com data de 17 de dezembro, o Vaticano criticava a decisão das autoridades chinesas de celebrar a reunião.
Liberdade
“A maneira como se convocou e desenvolveu [a reunião] manifestam uma atitude repressiva em relação ao exercício da liberdade religiosa, que se esperava já superada na China atual”, afirmava a declaração do Vaticano.
“O desejo persistente de controlar a esfera mais íntima da vida dos cidadãos, quer dizer, sua consciência, e de interferir na vida interna da Igreja Católica não faz honra à China”, acrescentava.
Posteriormente, em sua mensagem urbi et orbi, a 25 de dezembro, Bento XVI pedia que a celebração do Natal consolidasse a fé e a valentia da Igreja na China continental.
As autoridades chinesas, no entanto, não mostraram sinal algum de mudança e, como reação à mensagem de Natal do Papa, advertiram que o Vaticano deve “enfrentar os fatos” sobre a religião na China, se quiser melhorar as relações com o país, informou o jornal London Telegraph no dia 28 de dezembro.
“O direito à liberdade religiosa funda-se na própria dignidade da pessoa humana, cuja natureza transcendente não se pode ignorar ou descuidar”, afirma o Papa em sua mensagem para o Dia da Paz.
“A liberdade religiosa – acrescenta o Santo Padre – há de se entender não só como ausência de coação, mas antes ainda como capacidade de ordenar as próprias opções segundo a verdade”. Uma verdade perante a qual parece que nem todos estão abertos.

sábado, 1 de janeiro de 2011

A VÓS, Ó DEUS (TE DEUM)

Onde o Papa Bento XVI estava na passagem do ano?


Papa reza diante do presépio, no Vaticano.

Papa reza diante do presépio, no Vaticano.
Bento XVI presidiu nesta Quinta-feira, 31 de Dezembro, no Vaticano, à celebração das primeiras Vésperas da Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus, seguida da exposição do Santíssimo Sacramento, do canto do «Te Deum» de agradecimento na conclusão do ano civil, e da bênção eucarística.
No final da celebração, o Papa visitou o presépio colocado no centro da Praça de São Pedro.
Hoje, com inicio às 10h00, Bento XVI presidiu a celebração da solenidade litúrgica de Maria Santíssima Mãe de Deus e por ocasião do 44º Dia Mundial da Paz, sobre o tema “liberdade religiosa, caminho para a paz”.
Com o Papa vão celebrar os cardeais Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, e Peter Kodwo Appiah Turkson, presidente do conselho pontifício justiça e paz.
Concelebram ainda os arcebispos Fernando Filoni, número dois da Secretaria de Estado, e Dominique Mamberti, secretario do Vaticano para as relações com os Estados, para além do bispo Mario Toso, secretário do conselho pontifício justiça e paz.
Fonte: Agencia Ecclesia

*Essa oração foi rezada no Revellion da Paz, pelo Padre Silvio Scopel no mesmo momento em que o Papa Bento XVI rezava também, na passagem do ano, com a benção do Santissimo Sacramento.

A VÓS, Ó DEUS*
(TE DEUM)


A Vós, ó Deus, louvamos e por Senhor nosso Vos confessamos.
A Vós, ó Eterno Pai, reverencia e adora toda a Terra.
A Vós, todos os Anjos, a Vós, os Céus e todas as Potestades;
A Vós, os Querubins e Serafins com incessantes vozes proclamam:
Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos Exércitos!
Os Céus e a Terra estão cheios da vossa glória e majestade.
A Vós, o glorioso coro dos Apóstolos,
A Vós, a respeitável assembleia dos Profetas,
A Vós, o brilhante exército dos mártires engrandece com louvores!
A Vós, Eterno Pai, Deus de imensa majestade,
Ao Vosso verdadeiro e único Filho,
digno objecto das nossa a adorações,
Do mesmo modo ao Espírito Santo, nosso consolador e advogado.
Vós sois o Rei da Glória, ó meu Senhor Jesus Cristo!
Vós sois Filho sempiterno do vosso Pai Omnipotente!
Vós, para vos unirdes ao homem e o resgatardes
não Vos dignastes de entrar no casto seio duma Virgem!
Vós, vencedor do estímulo da morte,
abristes aos fiéis o Reino dos Céus,
Vós estais sentado à direita de Deus,
no glorioso trono do vosso Pai!
Nós cremos e confessamos firmemente
que de lá haveis de vir a julgar no fim do mundo.
A Vós portanto rogamos que socorrais os vossos servos
a quem remistes como vosso preciosíssimo Sangue.
Fazei que sejamos contados na eterna glória,
entre o número dos vossos Santos.
Salvai, Senhor, o vosso povo e abençoai a vossa herança,
E regei-os e exaltai-os eternamente para maior glória vossa.
Todos os dias Vos bendizemos
E esperamos glorificar o vosso nome agora e por todos os séculos.
Dignai-Vos, Senhor, conservar-nos neste dia
e sempre sem pecado.
Tende compaixão de nós, Senhor,
compadecei-Vos de nós, miseráveis.
Derramai sobre nós, Senhor, a vossa misericórdia,
pois em Vós colocamos toda a nossa esperança.
Em Vós, Senhor, esperei, não serei confundido.
Amém

SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS - FELIZ 2011!



(Oitava do Natal - 1 de janeiro)
Maria guardava cuidadosamente todos estes fatos e meditava sobre eles no seu coração”.
Leituras: Nm 6, 22 – 27; Gl 4, 4 -7; Lc 2, 16 – 21
 Por Dom Emanuele Bargellini, Prior do Mosteiro da Transfiguração

No oitavo dia da solenidade do Natal, no cume, por assim dizer, do dinamismo vital com que o Espírito Santo fecundou a Bem-Aventurada Virgem, a Igreja contempla e celebra na fé e na alegria o mistério de Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja e da nova humanidade renascida em Cristo.
Durante o tempo do Advento, a liturgia ficou repetindo todos os dias a saudação do anjo: “Maria, alegra-te, ó cheia de graça, o Senhor está contigo; és bendita entre todas as mulheres da terra” (Liturgia das Horas: Antífona da Hora média; cf Lc 1, 28; 42).

A virgem Maria é saudada pelo anjo, e celebrada pela Igreja, como aquela que de maneira única está portando no seio e irradia ao redor de si mesma a graça de Deus feita pessoa, o Filho do Altíssimo que já no seu próprio nome, Jesus, indica sua profunda identidade e sua missão: revelar a benevolência do Pai, salvar e resgatar do mal toda a humanidade e abrir novamente para ela o caminho para a casa do Pai. Maria, Mãe de Deus, participa também na geração da nova humanidade, cujas primícias é a pessoa do próprio Jesus (cf. Rm 5, 15-19).

Deus continua seguindo o critério da simplicidade, da fraqueza, do “esvaziamento” (cf. Fil 2, 6-11); critério este, escolhido desde o início para se manifestar e atuar na história.
Ele suscita a resposta livre da fé por parte de todos os parceiros que chama para colaborar na sua obra redentora. Assim como fez com Abraão, pai dos crentes, com os patriarcas e com os profetas, do mesmo modo atua com Maria e com José.
Ao cumprir-se o tempo estabelecido por Deus de realizar seu projeto de salvação, não envia seu Filho do céu, em maneira espetacular, mas Ele “nasce de mulher” como todo homem, e está inserido na história gloriosa e ambígua do povo de Israel, destinatário primeiro da aliança e portador da esperança para todos os povos (cf. 2ª leitura - Gl 4, 4-5).

por esta atitude de escuta, silêncio e entrega confiante a Deus, a Virgem Maria se torna as primícias do reino de Deus e exemplo da Igreja inteira e de todo discípulo e discípula de Jesus. É o próprio Jesus a nos oferecer esta perspectiva cheia de fascínio para aqueles que acreditam nele: “Jesus respondeu àquele que o avisou: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E apontando para os discípulos com a mão, disse: Aqui estão minha mãe e meus irmãos, porque aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mt 12, 48-50).